Entre fevereiro e agosto de 2025, a tarifa norte-americana sobre o etanol brasileiro saltou de 2,5% para 52,5%, aumento de 2.000% em apenas seis meses. O motivo dessa escalada surpreendente revela uma história que começa com argumentos sobre comércio justo, mas termina em território muito diferente: uma mistura confusa de política comercial e retaliação política que transformou o etanol brasileiro em refém de disputas que nada têm a ver com comércio internacional
Fonte: CEPEA
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A imprevisibilidade como política comercial: o etanol brasileiro refém da volatilidade norte-americana
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Redação
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