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MILHO: EM CHICAGO, MERCADO INICIA SESSÃO DESTA 6ª FEIRA PRÓXIMO DA ESTABILIDADE

Na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações futuras da soja iniciaram a sessão desta sexta-feira (6) próximas da estabilidade. Por volta das 7h48 (horário de Brasília), os principais vencimentos do cereal registravam ligeiras quedas entre 0,25 e 0,50 pontos. O contrato dezembro/15 era cotado a US$ 3,74 por bushel, estável.
Assim como a soja, os futuros do milho esboçam uma reação depois das perdas mais fortes observadas no pregão anterior. Nesta quinta-feira, as principais posições da commodity exibiram desvalorizações de mais de 5 pontos em meio às projeções de safra maior do que o indicado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu último boletim, de 344,32 milhões de toneladas.
Por outro lado, as vendas para exportação também recuaram, o que ajudou a pressionar os preços. Da safra 2015/16, as vendas da safra 2015/16 totalizaram 556 mil toneladas na semana encerrada no dia 29 de outubro. Um recuo de 22% em relação à semana anterior, na qual, foram vendidas 708,8 mil toneladas. Além disso, os participantes do mercado também começam a se preparar para o próximo boletim de oferta e demanda do USDA, que será divulgado na próxima semana.
Confira como fechou o mercado nesta quinta-feira:
Milho: Queda do dólar pesa e preço recua 2,13% em Santos; saca é cotada a R$ 36,50
Nesta quinta-feira (5), o preço do milho negociado no Porto de Santos (SP) recuou 2,13%, com a saca cotada a R$ 36,50. No restante das praças pesquisadas pelo Notícias Agrícolas, o dia foi de estabilidade. A queda é uma junção das desvalorizações registradas no câmbio e também no mercado internacional.
Já a moeda norte-americana caiu 0,53% nesta quinta-feira e fechou o dia a R$ 3,7765 na venda. Na mínima do dia, o dólar tocou o patamar de R$ 3,7656. O câmbio recuou frente à atuação do Banco Central parcialmente ofuscando a perspectiva de que um possível aumento na taxa de juros nos Estados Unidos neste ano reduza a atratividade de investimentos no país.
Mesmo com a retração, os analistas destacam que as cotações ainda encontram suporte na demanda interna, que permanece aquecida e, nas exportações brasileiras. O Brasil exportou expressivo no mês de outubro, de 5,54 milhões de toneladas, com média diária de 264,2 mil toneladas do grão.
Ainda hoje, uma pesquisa realizada pela agência Reuters apontou que, os embarques brasileiros poderão somar um recorde de 28,8 milhões de toneladas nesta temporada comercial. O último recorde foi registrado em 2013, quando os embarques totalizaram 26 milhões de toneladas.
Em relação à safra, a Céleres Consultoria estima a produção neste ciclo em 86,41 milhões de toneladas. O volume indicado ficou abaixo do projetado no mês anterior, de 87,9 milhões de toneladas.
O dia também foi negativo aos preços do cereal negociados na BM&F Bovespa. As principais posições do cereal exibiram quedas entre 0,32% e 1,63%. O vencimento novembro era cotado a R$ 34,14 a saca.
Bolsa de Chicago
As cotações futuras do milho encerraram o pregão desta quinta-feira (5) com quedas expressivas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições do cereal fecharam o dia com perdas de mais de 5 pontos nas principais posições. O contrato dezembro/15 era cotado a US$ 3,74 por bushel e recuo de 6 pontos.
Conforme dados das agências internacionais, o mercado acabou acompanhando as quedas mais fortes registradas nos contratos da soja. Já a oleaginosa acabou sendo pressionada pelos dados mais fracos das vendas para exportação, números reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ao longo dia.
No caso do cereal, as vendas a safra 2015/16 somaram 556 mil toneladas na semana encerrada no dia 29 de outubro. Apesar do recuo de 22% em relação à semana anterior, na qual, foram vendidas 708,8 mil toneladas, o volume ainda é equivalente a uma alta de 7% frente à média das últimas quatro semanas. Ainda assim, o número ficou dentro das expectativas dos participantes do mercado, entre 450 mil a 650 mil toneladas.
Desse modo, as vendas acumuladas na temporada atual chegam a 13.204,6 milhões de toneladas, 32% a menos do que no mesmo período do ano comercial anterior. Já da safra 2016/17, as vendas somaram 18,9 mil toneladas.
Inclusive, a retração das vendas por parte dos produtores norte-americanos continua sendo acompanhada de perto pelos investidores.  "Provavelmente os produtores americanos venderam cerca de 30% da produção de milho, quando normalmente para esse período teríamos em torno de 45% já negociado", disse Juan Luciano, presidente executivo da Archers Daniels Midland, em entrevista ao Agrimoney.
Por outro lado, os participantes do mercado também começam a se posicionar para o próximo boletim de oferta e demanda do USDA, que será divulgado na próxima terça-feira (10). Ainda essa semana, a Informa Economics estimou o rendimento das lavouras do cereal em 179,92 sacas por hectare. O número ficou acima do projetado pela consultoria em outubro, de 168,4 sacas por hectare. Em seu último boletim, o órgão indicou a produtividade média das plantações de milho em 177,8 sacas por hectare.
Fonte: Notícias Agrícolas

Fonte: Canal do Produtor



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