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PINTOS DE CORTE

Em junho passado, após dois meses de volumes decrescentes, a produção brasileira de pintos de corte voltou a se expandir. Permaneceu, porém, aquém dos 500 milhões de cabeças, pois – de acordo com os resultados divulgados pela APINCO – foram produzidos no mês pouco mais de 486 milhões de pintos de corte – aumento de 5,1% em relação ao mês anterior (+8,5% se considerada a produção diária), mas queda de 7,6% em comparação a junho de 2017.

Com esse resultado, a produção de pintos de corte do primeiro semestre de 2018 deixou de alcançar os 3 bilhões de cabeças – fato que ocorre pela primeira vez na presente década. Neste ano foram produzidos no período 2,975 bilhões de cabeças, volume 4% menor que o dos seis primeiros meses de 2017, semestre em que já havia sido registrada queda de quase 6% sobre idêntico período anterior.

Em outras palavras, além de corresponder ao menor volume semestral da presente década, a produção de pintos de corte deste ano ficou quase 10% abaixo do que foi produzido nos mesmos seis meses de 2016. E, comparativamente ao último primeiro semestre da década passada (2010) registra volume adicional que não chega a 50 milhões de pintos de corte. Isso significa que chega a 2018 com uma expansão de menos de 1,5% em relação ao final da década passada.

Considerada a produção dos últimos 12 meses – pouco mais de 6,081 bilhões de pintos de corte – o índice de redução em relação a idêntico período anterior não chega a 3%. Mas esse resultado é influenciado pela produção do segundo semestre de 2017, em relação à qual a produção dos seis primeiros meses de 2018 é mais de 4% inferior.

Fonte: Avisite



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