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NOVOS PATAMARES

Com as constantes informações sobre a quebra da Bahia e a diminuição do total a ser ofertado durante a terceira safra, muito mais do que discutir o tamanho desta quebra, a hora é propícia a buscar novos patamares. Claro que sempre se busca um valor melhor, não importa qual seja a margem que já se está ganhando. Mas temos assistido o produtor literalmente pagando para plantar. As perdas rondam os R$ 20 por saco. Para empatar, no noroeste de Minas, por exemplo, com a alta da energia elétrica somada aos demais insumos, vender abaixo de R$ 120 é perda certa. Ontem, os produtores voltaram a procurar segurar os preços a R$ 110 ou melhor, mas não foram relatados negócios neste patamar, no noroeste de Minas Gerais principalmente. No entanto, a região do Vale do Araguaia segue colhendo e vendendo a maior parte imediatamente, sendo carregados os caminhões direto na lavoura. O preço tem se mantido entre R$ 93/95. O volume que é embarcado diariamente tem sido bastante grande, pois 80% da necessidade dos empacotadores do interior de São Paulo, da Região Sul e do Nordeste está sendo atendida desde lá.

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Fonte: IBRAFE



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