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MERCADO DO MILHO

O mercado de milho brasileiro teve uma semana conturbada devido à volatilidade da Bolsa de Mercadorias de Chicago e do câmbio. Os preços estão acima das expectativas para um período de colheita em função do câmbio, segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.

– A previsão para os próximos dias é de comercialização lenta e de preços estáveis, aguardando o final da colheita da soja – projetou o analista.

As exportações de milho do Brasil renderam US$ 132,9 milhões em março (22 dias úteis), com média diária de US$ 6 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país chegou a 675,4 mil toneladas, com média diária de 30,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 196,8.

Entre fevereiro e março, houve uma baixa de 47,3% no valor médio exportado, uma desvalorização de 50% na quantidade e um acréscimo de 5,4% no preço médio. Na relação entre março de 2015 e o mesmo mês de 2014, houve baixa de 6.4% no valor total exportado, avanço de 1% na quantidade total e desvalorização de 7,3% no preço médio.

Nesta quinta-feira (01) para o milho safrinha, a indicação no porto em Paranaguá ficou em R$ 29,50 a saca. No Porto de Santos, preço em R$ 30,50. No estado do Paraná, a cotação comprador/vendedor em Cascavel ficou em R$ 26,00, estável. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 26,00, na Mogiana. Em Campinas CIF, cotação ficou em estabilidade, a R$ 29,50/30,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou inalterado, a R$ 27/28,00, em Erechim. Em Minas Gerais, preço em Uberlândia em estabilidade, a R$ 27/28,00. Em Goiás, preço a R$ 25/26,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço estável a R$ 17/20,00, em Rondonópolis.

 

Fonte: Agência Safras

 



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